Primeiro dia de postagem e confesso que estou ansioso. Pretendo relatar aqui minhas sagas e jornadas pelos dias e noites cariocas, fluminense, brasileira e, quiçá, internacional. Cultura e diversão são as coisas que eu mais curto. Acredito que a maioria também. Para abrir esse blog publico uma resenha sobre a estréia do espetáculo “Grupo de 4 Mulheres”, o qual minha amiga Talita Freitas participa, dando um show de interpretação e humor, junto das suas coleguinhas de profissão tão sensacionais quanto ela. É IMPERDÍVEL!!!
Se tiverem alguma dica, seja free ou pagando, mandem mensagem que pode ser que eu me interesse em conferir e relatar, mesmo que seja pra dizer que não valeu à pena, pois depois de “Kolofé Bahia”, vou buscar a benção em velórios ou missas de 7º dia, desde que tenha uma birita para acompanhar e espaço para eu dançar.
Mas falando de “Kolofé Bahia”, cuja última apresentação (graças a Deus) aconteceu no dia 28 de agosto, no Teatro Ipanema (estou virando freqüentador dessa sala), não sei como o grupo conseguiu ficar em cartaz por tanto tempo, 1 mês, com o show que eles apresentaram. Foram felizes na escolha do repertório, músicas conhecidas do grande público e compositores consagrados, mas Marcellus Villaça e Miramar Mangabeira, os cantores, precisam de um pouca mais de naturalidade, além de melhorar os comentários, que nada linkavam as músicas e deixava o público meio sem saber do que estavam falando. A escolha do local, apesar de ser um bom teatro, não foi das melhores, pois músicas tão dançantes necessitam de espaço para que os ouvintes possam bailar.
A amiga que nos convidou para essa jornada disse-me que não escolheram um local com pista de dança, porque o público poderia não prestar a atenção no show. Acredito que seria melhor para eles. Por outro lado a banda que os acompanhava era muito boa. Até mesmo o grupo afro que fez uma rápida aparição em uma das músicas, se saiu melhor que os “Joselitos” cantores (reservo-me o direito de não ter que explicar o significado para Joselitos). Aí você se perguntar: Que diabos esse camarada foi fazer nesse show? Bom, minha amiga paulistana, que não encontrava desde a última vez que ela veio ao Rio, foi convidada para ir ao teatro e sabe que eu também gosto muito. Fez-me o convite e aceitei, contudo nem ela sabia o que iria assistir. Demos um tiro no escuro e ele pegou no pé. GZUS! Desnecessário.
Após uma hora e meia de apresentação, continuamos nossa noite na churrascaria “Tchan da Tijuca” (+ uma vez GZUS, a Bahia nos perseguindo até na hora sagrada da refeição, rs), no entanto as companhias eram excelente e foi bastante divertido, sobre a comida... comer boi vivo não me agrada muito. Entende? A noite se estendeu a um barzinho chamado “Pimenta Rosa”, ótima opção para se ouvir boa música, ao vivo, e tomar um bom vinho ou uma cervejinha bem gelada. A cantora era excelente e arrebentou na MPB. Preciso pegar o nome dela, pois ela merece a divulgação. A noite terminou num dance floor próximo de casa, na companhia de alguns amigos inseparáveis, biritas a base vodka e licores e muitas gargalhadas. De tudo o todo valeu à pena. Fiz novas amigas, cometi um assassinato ao matar a saudade que estava da minha amiga paulistana – ih confessei o crime, kkk, e não deixei de me divertir.

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